Em posse de Pazuello, Bolsonaro exalta cloroquina, critica lockdown e chama imprensa de ‘catastrófica’

Jair Bolsonaro durante posse de Pazuello como ministro da saúde. Foto: Reprodução/TV

Em posse do novo Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que atuou como interino da pasta nos últimos três meses, Bolsonaro voltou a criticar o lockdown por conta da Covid-19. No discurso, o presidente também exaltou a cloroquina e chamou a imprensa de “catastrófica”.

“Não tínhamos por que fechar as escolas, mas as decisões não estavam mais nas nossas mãos, e sim nas de governadores e prefeitos, por decisão judicial. Somos o país com maior número de dias em lockdown nas escolas. Isso é um absurdo”, afirmou.

Bolsonaro lembrou que foi contra a política do ‘fica em casa’ e disse que muitos foram convencidos disso pela mídia: “Não precisaria ter fechado o comércio como aconteceu. Essa questão poderia ter sido tratada com mais racionalidade. Alguns governadores foram tomados pelo pânico, tomados por essa mídia catastrófica. Isso não é uma crítica à imprensa, é uma constatação”.

O presidente voltou a fazer propaganda da cloroquina como tratamento para o novo coronavírus e lamentou ter sido criticado pela imprensa, que sempre ressaltou que o remédio não tinha comprovação científica contra a Covid-19.

“Nós tínhamos que fazer alguma coisa sobre as mortes vitimadas pelo vírus. A primeira coisa foi a hidroxicloroquina. A decisão não foi da minha cabeça, como uma aposta de um jogador. O chanceler Ernesto Araújo conversou com diversos embaixadores”, disse.










Comentários

 




    gl