Diretora da Backer alerta consumidores: ‘Não bebam Belorizontina, qualquer que seja o lote’

Cerveja Belorizontina. Foto: Reprodução

A suspeita é que a cerveja Belorizontina foi vendida com monoetilenoglicol e dietilenoglicol, dois solventes que teriam provocado uma doença chamada síndrome nefroneural, que matou ao menos uma pessoa em Minas Gerais. Outros 16 casos, até agora, estão sendo tratados pelos serviços de saúde da região.

“O que eu estou pedindo é que não bebam a Belorizontina, qualquer que seja o lote. Eu não sei o que está acontecendo, tudo está sendo uma surpresa assustadora para todos nós”, afirmou Paula Lebbos.

A diretora reforçou que a orientação vale também para a cerveja Capixaba, que é produzida no mesmo tanque e possui a mesma fórmula da Belorizontina, porém com rótulos diferentes. A Capixaba é vendida no Espírito Santo, mas, segundo Paula, nenhum caso de síndrome nefroneural foi identificado naquele estado.

Recolhimento

Uma nova inspeção foi realizada na sede da Backer, nessa terça-feira (14), pela Polícia Civil de Minas Gerais e pelo Ministério da Agricultura (Mapa). O Mapa determinou o recolhimento de todos os rótulos da marca.

Ainda de acordo com Paula, todas as notas fiscais de insumos adquiridos pela Backer foram entregues às autoridades e a empresa nunca se negou a esclarecer o caso.




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