Morte de musa do Carnaval de SP pode ser investigada como homicídio

Renata Nunes. Foto: Divulgação

Renata Nunes. Foto: Divulgação

A escola de samba Leandro de Itaquera informou pelas redes sociais a morte de Renata Nunes, madrinha de seu departamento de harmonia.

Ao SRzd, o departamento de comunicação da vermelha e branca informou, na ocasião, que a família de Renata optou por não fornecer mais detalhes sobre a causa da morte.


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Renata Nunes, de 34 anos, morreu na semana passada ao cair de uma escada na casa de uma amiga. A suspeita da Polícia Civil é que ela tenha sido empurrada após uma discussão com uma mulher que mora no local. O filho de 8 anos da dançarina presenciou tudo.

Renata caiu de costas e foi constatado traumatismo crânio-encefálico. Para entender melhor a dinâmica do crime, a polícia deverá fazer uma reconstituição do caso. Renata é ex-enteada de Beto Jamaica, uma das lendas do axé baiano.

No Carnaval de São Paulo, a modelo e promotora de eventos já havia desfilado como destaque de alegoria da Leandro em 2020. No ano anterior, ocupou o posto de musa da ala musical da Camisa 12.

Brasileira, mas criada na Espanha, ela cultivou amor pelo Carnaval desde cedo e sonhava em fazer parte da festa. Diante do novo cargo na escola de Itaquera, ela havia expressado gratidão pela oportunidade: “Sinto que meu sonho está muito mais que realizado. Me sinto feliz com este cargo importante”.

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