Vacinação e controle: Presidente da Liesa defende desfiles na Sapucaí

Desfile da Portela 2019 na Marquês de Sapucaí. Foto: Cezar Loureiro/Riotur

Desfile da Portela 2019 na Marquês de Sapucaí. Foto: Cezar Loureiro/Riotur

O cancelamento da festa de réveillon, anunciado pelo prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD), gerou temor nos profissionais e foliões envolvido na produção do Carnaval de 2022.

Para os desfiles de escolas de samba do Grupo Especial, frisas e camarotes já estão esgotados e a metade dos ingressos para as arquibancadas da Marquês de Sapucaí vendida.

Em relação aos Blocos de Rua, 506 agremiações estão inscritas para realizar a folia e a Riotur mantém a previsão de, até o final de dezembro, divulgar a lista final dos autorizados a se apresentar.

Jorge Perlingeiro, presidente da Liesa, a Liga Independente das Escola de Samba, comentou o atual cenário:

“É um evento fechado e particular. Todos que entrarem na Sapucaí vão estar vacinados. Isso vale, inclusive, para os componentes. Ao pegarem as fantasias, eles terão que mostrar seu atestado de vacinação, se não, não vão desfilar. Estamos pedindo que essa medida também seja tomada nas quadras em todos os ensaios até o Carnaval. Com isso, a gente quer dar tranquilidade aos que vão participar do espetáculo, assim como colaborar com aqueles que lá estarão para garantir a sua segurança”, explicou Perlingeiro.

Para conseguir verificar a imunização das cerca de 75 mil pessoas que assistem aos desfiles, além dos desfilantes, a Liesa pretende empregar o mesmo sistema utilizado no Grande Prêmio de Fórmula 1, em São Paulo, realizado no mês passado. Na ocasião, os participantes precisaram se cadastrar em uma plataforma desenvolvida pela startup franco-brasileira Mooh!Tech.

+ Carnaval de Rua:

Segundo a Riotur, são 620 desfiles de Blocos de Rua propostos na cidade e a avaliação de quem estará apto a ir para as ruas será feita pelo Corpo de Bombeiros e pelas polícias Civil e Militar.

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