Squel Jorgea defende trabalhadores do Carnaval: ‘Só querem ter a dignidade de exercerem os seus ofícios’

Primeira porta-bandeira da Mangueira, Squel Jorgea, no ensaio técnico 2019. Foto: Justin Scott Parr

Primeira porta-bandeira da Mangueira, Squel Jorgea, no ensaio técnico 2019. Foto: Justin Scott Parr

Squel Jorgea, porta-bandeira da Estação Primeira de Mangueira, fez uma postagem em seu Twitter defendendo os trabalhadores do Carnaval, que fazem de sua paixão também uma fonte de sustento para suas famílias.

“Por aqui, exercendo o meu direito como qualquer outro trabalhador. Carnaval é coisa séria, e, os milhares de trabalhadores das infinitas áreas, que fornecem mão-de-obra de forma direta ou indireta, só querem ter a dignidade de exercerem os seus ofícios. Não somos genocidas”, escreveu a sambista ao compartilhar um vídeo enquanto caminhava pela Marquês de Sapucaí.

A postagem acontece em meio ao ambiente de incerteza em torno da realização dos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro. O Comitê Especial de Enfrentamento à Covid-19 do município adiou para o dia 24 de janeiro a decisão final sobre a realização do Carnaval na Sapucaí.

Veja a publicação de Squel Jorgea:

No Carnaval 2022 a verde e rosa vai apresentar o enredo “Angenor, José e Laurindo”, do carnavalesco Leandro Vieira. O samba é de autoria dos compositores Moacyr Luz, Pedro Terra, Bruno Souza e Leandro Almeida. Clique aqui para ouvir.

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