Inspirado em Beyoncé, rei de bateria da Lins Imperial surge com figurino afrofuturista

Rei de bateria da Lins Imperial, Johnathan Avelino, em evento da escola. Foto: Magaiver Fernandes

Inspirado no último álbum da cantora Beyoncé, o figurino do rei de Bateria Johnathan Avelino atraiu as atenções do público que assistia a live da Lins Imperial neste domingo (12). Engajado com pautas que defendem a equidade racial e a luta LGBTQIA+, John explicou o significado do visual pensado dentro do conceito afrofuturista.

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“Eu quis trazer uma produção com características que chamassem atenção para a causa sem perder o glamour.
O conceito aborda as possibilidades de vivência negra em mundos que não são marcados pelo racismo e pela opressão, funcionando como crítica à realidade atual, onde até hoje muitos são perseguidos e mortos”, enfatizou.

O figurino trouxe uma comunicação visual importante para abordar o tema, com quase 7 mil cristais numa espécie de plástico ao invés dos tecidos, utilizados dentro da proposta criada pelo estilista Ray Menezes. Com quase 1,95m de altura, o muso fez questão de destacar a importância da fantasia criada especialmente para o evento, realizado de forma fechada para poucos convidados no Centro Cultural João Nogueira, no Méier, na Zona Norte do Rio.

“Sou um homem à frente de uma bateria de escola de samba, lugar majoritariamente ocupado por mulheres. Eu jamais poderia deixar de me ater a essas questões para abrir caminhos para que muitos outros possam vir. Quero um país onde homens e mulheres possam estar nos lugares que escolherem”, finalizou.

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