Rio: grupo de justiceiros reage após onda de violência na Zona Sul

Marcelo Rubim Benchimol. Reprodução de vídeo

Rio. A onda de violência no bairro de Copacabana e outros da Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro nas últimas semanas trouxe o aparecimento de grupos “justiceiros”. Isso já foi visto em 2015.

Por grupos de WhatsApp, eles se dividem para “caçar” – como eles definem – quem rouba na região. “Eu vou partir assim (com soco-inglês), quebrar osso da cara. Deixar eles. Pior do que eles deixaram o coroa”, disse um integrante do grupo União dos Crias.

O homem fala sobre como iria vingar o ataque sofrido pelo empresário Marcelo Rubim Benchimol, que levou chutes e socos até desmaiar, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, ao tentar defender a personal trainer Natália Silva, no último final de semana.

Em nota, a Polícia Civil informou que tomou conhecimento da situação e disse que diligências estão em andamento para identificar os envolvidos e esclarecer os fatos. Fazer “justiça com as próprias mãos” é crime previsto no artigo 345 do Código Penal Brasileiro.

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