Garotinho nega interferência na base do governo Witzel

Anthony Garotinho. Foto: Reprodução

Anthony Garotinho. Foto: Reprodução

O ex-governador do Rio Anthony Garotinho negou atuação nos bastidores para ajudar na construção da base do governo Wilson Witzel na Alerj.

Segundo o jornal “O Dia”, Garotinho tem realizado reuniões e conversado com deputados, além de costurar também a reeleição de André Ceciliano do PT à Presidência da Assembleia. Recentemente, ele e Ceciliano almoçaram para traçar a estratégia contra o avanço do PSL dos Bolsonaro.

Depois de trocar acusações com Witzel durante a campanha, Garotinho, que acaba de deixar o PRP e ainda não definiu seu destino partidário, declarou que a briga “é coisa do passado”. Seu filho, o deputado federal eleito Wladimir, e o deputado estadual reeleito Bruno Dauaire, estão de saída também PRP para embarcar no PSC de Witzel.

Segundo a publicação, a filha de Garotinho, Clarissa Garotinho, reeleita deputada federal pelo Pros, se encontrou com Wilson Witzel no Palácio Guanabara. Segundo a publicação, ela se “pôs à disposição” para “cuidar dos interesses” do governo estadual, em Brasília.

Através das redes sociais, Anthony Garotinho confirmou o encontro com Ceciliano, mas negou qualquer interferência no governo Estadual. Leia o comunicado:

“Almocei com o Deputado André Ceciliano na companhia do meu filho Wladimir, eleito deputado Federal e conversamos sobre vários assuntos relativos a situação crítica das contas públicas estaduais, CEDAE, acordo de recuperação fiscal e obviamente eleição para a presidência da ALERJ,onde meu filho, que foi até dias atrás foi chefe de gabinete do deputado Estadual, Bruno Dauaire, disse que a tendência do parlamentar é apoiar a candidatura do atual presidente. Quanto a fazer frente ao PSL ou interferências no governo Estadual isso não foi tratado até porque no momento tenho dedicado a maior parte do meu tempo ao meu trabalho profissional. Disse ao presidente que não faria oposição nesse primeiro ano ao governo, pois o Estado foi destruído pelas gestões do PMDB e é necessário um tempo para que o governador eleito possa implementar seus planos. Foi isso e nada mais!

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