Ticiana Farinchon. Foto: SRzd

Ticiana Farinchon

Formada em Jornalismo pela Facha, com pós-graduação em Mídias Digitais. Apaixonada por tecnologia e cultura, tem nos seriados de TV seu maior vício, acompanhando em tempo real tudo o que acontece neste fascinante universo.

Prison Break: um retorno recheado de nostalgia

ATENÇÃO! CONTÉM SPOILERS!!

Finalmente chegou o dia que tanto esperávamos. E as dúvidas sobre o revival dos irmãos Scofield & Burrows sumiram no instante em que o recap teve início.
Rever aquelas imagens foi tão significativo para os fãs da série que todas as interrogações que antes permeavam nossas cabeças deram lugar a uma sensação indescritível, igual àquela que temos quando nos reencontramos com amigos de longa data: a de que nunca nos separamos.
A partir daí, nada mais importava. Não importava mais que havíamos despedido de forma definitiva de Michael no fim da 4a temporada. Não importava mais o fato de ser um absurdo ele estar vivo. A única coisa que queríamos era degustar cada segundo deste retorno.
Logo nos primeiros minutos, nos deparamos com um velho conhecido, que, nos tempos áureos de Prison Break colocou, literalmente, a série no bolso. Theodore Bagwell, mais uma vez brilhantemente interpretado por Robert Kneeper. E partiu dele o pontapé inicial para a busca do – ainda – manipulável Linconl Burrows (Dominic Purcell) pela verdade sobre seu irmão caçula.
Na sequência, outros velhos conhecidos do público: C-Note (Rockmond Dunbar), a até então viúva Sara (Sarah Wayne Callies) e o mais esperado de todos, o inseparável e fiel Sucre (Amaury Nolasco). Confesso que caíram ciscos dos meus olhos quando o hermano apareceu na telinha. Afinal, se tem alguém capaz de fazer tudo pelo Michael na vida, é ele.
Com o correr do episódio, as situações somente traziam à tona, uma a uma, as sensações que nos fazem amar tanto a série. T-Bag, que antes tinha uma prótese de borracha no lugar da mão decepada, agora ganhou – de um doador desconhecido – uma prótese altamente tecnológica, de deixar o Robocop com inveja. Pois bem, se antes ele já tocava o terror, imaginem o que fará agora.
A cada segundo percebíamos que estávamos, mais uma vez, enredados numa complexa trama. Claro, não seria simples, não seria somente descobrir que Scofield está vivo e resgatá-lo sabe-se lá de onde ele estivesse. Isso é muito fora do contexto quando estamos falando de Prison Break.
Os enigmas tão presentes nas duas primeiras temporadas estavam lá, o tempo todo, guiando o caminho de Burrows e nos enchendo de esperanças de uma linda temporada pela frente.
Até que, no final do episódio (os 42 minutos mais rápidos da minha vida televisiva), ele aparece. Com outro nome e, aparentemente com outra personalidade. E o melhor, com outras tatuagens. Sim, Michael Scofield (Wentworth Miller) está vivo. Mas será ele Michael Scofield? Temos mais oito episódios para descobrir.

Prison Break é exidida pela FOX e suas 4 primeiras temporadas estão disponiveis na Netflix.

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