Sandro Salvatore. Foto: Acervo Pessoal

Sandro Salvatore Giallanza

Economista formado pela Faculdades Integradas Bennett, pós-graduado em Mercado em Derivativos e pós-graduado em Gestão em Projetos, pela Universidade Cândido Mendes. Escritor de publicações sobre Empreendedorismo, Gestão em Projetos, Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. Consultor do Sistema Sebrae, das 3 maiores entidades municipalistas brasileiras e de dezenas de prefeituras brasileiras.

Preços do petróleo sobem, prenúncio de novas altas no Brasil

Petrobras. Foto: Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

Petrobras. Foto: Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

Um elenco de razões relativo ao jogo de interesse diplomático influenciado pela nova ordem da política externa americana e variáveis de ordem operacional da cadeia petrolífera são as razões que estão tendenciando o sobe/desce nas cotacões do barril do petróleo.

Ingredientes não faltam e o que mais preocupa e que alguns permanecem e não indicam que venham a ser solucionados tão cedo como é o caso da Guerra Comercial USA versus China e o retrocesso nas sanções impostas ao Irã que haviam sido revogadas mas que voltaram a serem impostas a partir de uma denúncia do governo Israelense sugerindo que o programa de construção de ogivas nucleares não tinha sido abortado como se supunha. Consequência imediata os Estados Unidos voltaram atrás no processo de estancamento das sanções e na liberação das relações comerciais e diplomáticas entre is dois países.

A primeira punição e certamente a mais dramática imposta ao regime dos aiatolás foi o embargo das aquisições do petróleo iraniano.

Não é pouca coisa o Irã é o quinto maior produtor mundial e a substituição do que não está sendo adquirido do Irã por outro produtor não está garantindo que será sem sobressaltos, muito pelo contrário o mercado está com a demanda ligeuramente aquecida diferentemente da oferta que sofre com reduções da sua oferta.

1) Canadá: até setembro a produção será reduzida face a procedimentos de manutenção nos poços de betumio a mais nova e recente descoberta de exploração de combustível fóssil.

2) Líbia: queda na produção decorrente de conflitos com forças contrárias ao governo central que lutam pela deposição do atual regine.

3) Nigéria: redução frente a problemas de manutenção e de recuperação da produção petrolífera wue opeta na ociosidade. Tempo previsto setembro deste ano para normalizar o processo.

4) Venezuela: a cadeia petrolifera local está sucateada gradualmente a produtividade na exploração do petróleo vem sofrendo reduções sensíveis.

A lei de mercado é soberana se a oferta se reduz a demanda não é atendida e consequentemente os preços sofrem reajustes uma ordem natural de mercado.

O aquecimento das cotações do barril produzem um efeito em cadeia nefasto em termos globais, os custos de produção dos ben e serviços sofrem pressões de custo que serão impactadosnos índices da inflação dos países em geral.

Uns perdem e outros ganham, os produtores de petróleo serão beneficiados e nadarão de braçada aumentando seus faturamentos e a lucratividade.

O jogo de xadrez das diplomacias está ditando a tendência de uma nova ordem econômica que demonstrará seus resultados mais próximo do que pensamos.

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