Carnaval/SP

De volta, colunista analisa performance dos casais de MSPB em 2018

Jairo e Simone. Foto: SRzd – Cláudio L. Costa

Ednei Mariano está de volta para mais uma temporada no portal SRzd.

As publicações são semanais, sempre às sextas-feiras, na página principal da editoria do Carnaval de São Paulo. Leia, comente e compartilhe!

A performance dos casais de MSPB em 2018

Estamos de volta!

Com energia mais do que renovada, depois de algumas semanas curtindo a “ressaca” do Carnaval 2018.

Com força total, estamos aí, prontos para o quarto ano aqui no SRzd, compartilhando com vocês o pouco que conhecemos dessa arte, e do nosso povo.

Sempre motivo de satisfação e prazer, por parte daquele que vivenciou estas pistas de dança por trinta e quatro anos consecutivos. Agora, observando, orientando e analisando esta juventude, responsável pela sequência da jornada.

Neste nosso primeiro encontro, vamos passar nossa impressão sobre os casais e estandartes, no que se refere ao desempenho no último desfile.

Dividimos estes comentários, em duas partes.

Hoje, com os casais que desfilaram no sambódromo do Anhembi na sexta-feira, sábado, domingo e segunda-feira, pelos Grupos Especial, de Acesso 1 e 2.

Casais de Sampa. E também uma pincelada nas duplas do Especial da cidade de Santos.

Os Deuses da dança e um pacote de generosidade

Os Deuses da dança chegaram e se depararam com um pacote de generosidade em 2018.

Em Santos, os desfiles acontecem uma semana antes da data oficial do Carnaval. Aqui, uma semana depois, outro espetáculo.

Este foi um ano de muitas alegrias para os nossos casais, enchendo a passarela Drauzio da Cruz, na baixada, e o Anhembi, de poesia.

É fato que nossas entidades se esmeraram nos trajes, e foi um show de luxo nas vestimentas dos primeiros casais.

Em São Paulo, mesmo com o processo de privatização do espaço – que deveria ser apenas dos sambistas – os casais tiveram a oportunidade de muitos ensaios, a partir da segunda semana de dezembro, chegando em janeiro num fervilhar de sobe e desce na pista.

Numa análise geral, podemos cravar que o resultado foi praticamente inédito, em termos de nota máxima.

Na comparação com o ano passado, foi um navegar em águas calmas e só comemoração quando da abertura dos envelopes.

Os Deuses de plantão, brindaram os mortais da dança com o prêmio da perfeição, pelo menos aos olhos daqueles que tiveram a incumbência de avaliar todos os itens do critério de julgamento da competição.

Porém, na segunda-feira de Carnaval, as coisas não foram tão calmas assim, e poucos conseguiram o sonhado dez, estabelecendo uma grande diferença ao olharmos o mapa de todos os grupos. Confira:

Grupo Especial – São Paulo

*O casal da Acadêmicos do Tucuruvi não foi avaliado em 2018

Grupo de Acesso 1 – São Paulo

Grupo de Acesso 2 – São Paulo

Grupo Especial – Santos

E como em qualquer competição, nem tudo foi alegria.

Houve quem superou incidentes, tanto na dança, quanto no figurino. Mas veio da garra desta gente a força para superar os imprevistos.

Garra que propiciou a compreensão dos dirigentes das entidades, e passou, quase que ilesa, pela falta de percepção dos jurados.

Encerrado mais um concurso, algumas mudanças. Processo natural no contexto atual do Carnaval.

E assim nosso povo recomeça, em busca do sucesso em 2019. Axé!

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