De forma unânime, STF decide manter Janot em investigação de Temer

Rodrigo Janot. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Rodrigo Janot. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Todos os ministros do Supremo Tribunal Federal consideraram não haver motivos para afastar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, das investigações contra o presidente Michel Temer.

No julgamento, realizado na tarde desta quarta-feira (13), acompanharam o voto do relator, Edson Fachin os ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio de Mello, Celso de Mello, Marco Aurélio, e a presidente, Cármen Lúcia.

Luís Roberto Barroso participa nesta semana de uma viagem acadêmica aos Estados Unidos e não votou. Gilmar Mendes estava ausente na votação.

No voto proferido na sessão desta tarde, o relator disse não há indícios de Janot atuou de forma imparcial e com “inimizade em relação a Temer.

Segundo a Fachin, declarações do procurador à imprensa não podem ser consideradas como causa de suspeição. Na ação, a defesa de Temer também cita uma palestra na qual Janot disse que, “enquanto houver bambu, lá vai flecha”, fazendo referência ao processo de investigação contra o presidente.

Rodrigo Janot, que não participou da sessão no Supremo, é responsável pelas investigações contra o presidente. Ele apresentou denúncia contra Temer, por suspeitas de corrupção passiva.

No início do julgamento, a defesa do presidente Michel Temer voltou a afirmar que Janot agiu de forma parcial nas investigações envolvendo o presidente

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srzd



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