Segurança de shopping tenta impedir homem de pagar almoço para criança; vídeo viraliza

Segurança do Shopping da Bahia tenta impedir jovem de comprar refeição para criança. Foto: Reprodução

Segurança do Shopping da Bahia tenta impedir jovem de comprar refeição para criança. Foto: Reprodução

Um segurança do Shopping da Bahia tentou impedir, na última segunda-feira (11), que um homem comprasse refeição para uma criança que vendia doces na porta do estabelecimento. A situação foi registrada em vídeo e publicada na conta pessoal do rapaz no Facebook. A postagem viralizou e, até o momento, possui 359 mil compartilhamentos.

No vídeo, é possível ver um desentendimento entre o jovem e o segurança. O funcionário diz repetidas vezes que a criança, que costuma vender balas na frente do shopping, não realizaria sua refeição na praça de alimentação. Irritado, o rapaz diz que ele tem o direito de pagar uma refeição para o menino. Em determinado momento, o segurança tenta puxar a criança pelo braço para retirá-la do shopping à força.

Na sua conta do Facebook, junto com o vídeo, o rapaz comentou que só foi possível pagar um almoço para o menino com a chegada de um supervisor do segurança. “Estou muito revoltado com isso que aconteceu hoje. Fui pagar um almoço pra uma criança e o segurança disse que ele não iria comer. Foi uma longa discussão até chamar o supervisor dele e, por fim, o supervisor deixar o menino comer no shopping”, escreveu.

Shopping critica postura do segurança

O Shopping da Bahia, em nota, pediu desculpas pelo ocorrido. O estabelecimento criticou a atitude do segurança e afirmou que “a postura adotada não condiz com o treinamento recebido pelos funcionários”. Apesar do pedido de desculpas, usuários do Facebook repudiaram a situação. “Não existe nota que vá tirar a humilhação que o garoto e o rapaz sofreram”, escreveu um usuário. “Nenhum dos seguranças tiveram postura. É nítido que o supervisor ficou com medo de tirar o menino de dentro do shopping e causar mais ‘estragos’. Não venham me dizer que ele agiu certo, pois não agiu. Treinem melhor seus funcionários, ou fechem esse estabelecimento”, comentou outro.

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