Secretaria de Segurança determina que policiais civis façam escolta de Marcelo Freixo

Marcelo Freixo. Foto: Reprodução

Marcelo Freixo. Foto: Reprodução

Depois de uma reunião com Marcelo Freixo, a secretaria de Segurança determinou o empréstimo de quatro policiais civis para a escolta do deputado estadual Marcelo Freixo.

Em razão de ameaças à sua vida desde que presidiu a CPI das milícias, o parlamentar teve os quatro policiais militares que estavam no seu gabinete retirados por uma determinação do secretário Richard Nunes. Os nomes deles constavam na lista dos 87 PMs que estavam emprestados à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e que terão que retornar aos seus postos.

Há dez anos, Freixo conta com a segurança pessoal de dois policiais. Outros dois agentes garantem a escolta do delegado Vinícius George, que atuou como braço de direito de Freixo nas investigações da CPI.

Em nota, a Alerj informou que a decisão de convocar os PMs da Alerj foi unilateral da secretaria de Segurança.

“A lista de agentes convocados não foi elaborada pela Alerj. Trata-se de uma decisão unilateral da secretaria baseada em critérios definidos por ela mesma. A posição da Mesa Diretora da Alerj foi pelo tratamento igual ao concedido aos outros poderes do Estado, que precisaram devolver cerca de 10% do seu efetivo de policiais cedidos”, diz o comunidade enviado à imprensa.

O relatório final da CPI das Milícias liderada por Freixo em 2008 pediu o indiciamento de 225 políticos, policiais, agentes penitenciários, bombeiros e civis. Na ocasião foram apresentadas 58 propostas concretas para enfrentamento das milícias, entre elas a necessidade de cortar as fontes de financiamento das quadrilhas.

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