Prefeitura vai quitar dívida com ABBR na segunda-feira, 17

ABBR. Foto: Reprodução

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A Prefeitura do Rio de Janeiro vai quitar dívida de R$ 1,3 milhão com a Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR) na segunda-feira, dia 17/9. Após reunião na sede da Prefeitura nesta quarta-feira, dia 12/9, com a Casa Civil, a Secretaria Municipal de Fazenda (SMF) e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), ficou definido o pagamento dos valores referentes aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2017. O que, de acordo com a direção da ABBR, permitirá a normalização do pagamento da folha de funcionários.

– A reunião superou as minhas expectativas. Agradecemos a iniciativa do secretário Paulo Messina de nos convidar para essa reunião onde houve um reconhecimento da importância da ABBR. Foi determinado junto à Secretaria Municipal de Fazenda e à Secretaria Municipal de Saúde o repasse de R$ 1,3 milhão relativo a dívidas dos meses de outubro, novembro e dezembro de 2017, que será depositado segunda-feira. Com isso, vamos regularizar o salário dos nossos colaboradores. Foi resolvida essa questão da ABBR. Saímos com as esperanças renovadas – afirmou Deusdete Nascimento, presidente voluntário do Conselho Deliberativo da ABBR.

Na reunião, a Prefeitura também tratou com a ABBR sobre o repasse de R$ 3,25 milhões oriundos de emendas parlamentares para a entidade, que possuem destinação específica para investimento. O recurso, cuja transferência se dá em forma de desembolso da Prefeitura mediante prestação de contas da ABBR, precisa ser integralmente repassado para a instituição no prazo de 16 meses. Foi decidido pelas secretarias, em acordo com a ABBR, que o repasse será feito mensalmente, sendo que a 1ª parcela corresponderá a 20% do valor total da verba e será efetuada ainda em setembro.

– É importante destacar que os recursos provenientes das emendas não possuem qualquer relação com o atraso de pagamento da folha salarial, objeto da manifestação de hoje. Isso porque este recurso só pode ser destinado exclusivamente para aprimoramentos e ampliação dos serviços, e não para o pagamento de pessoal. Ainda a respeito deste recurso específico, é importante esclarecer que a Prefeitura, neste caso, atua como regulador do repasse, cabendo a nós acompanhar se as contrapartidas da entidade estão sendo cumpridas – explicou o secretário da Casa Civil, Paulo Messina.

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